2 + 2 no futebol, às vezes, é 5

Uma das primeiras coisas que você aprende na vida é fazer contas simples, com os dedos mesmo. Junta um dedo no outro e vai somando. Pois é! No futebol, nem sempre é assim…

A Espanha chegou ao Brasil, mesmo após a chacoalhada que tomou do Brasil na Copa das Confederações, ano passado, com certo ar de prepotência.. Soberba. E antes mesmo de entrar em campo, ganhou minha inimizade logo na escalação, ao selecionar o SERGIPANO Diego Armando Maradona Costa como seu centroavante.

É uma grande pena que o hino espanhol seja apenas instrumental ( o que é muito sem graça), pois queria ver este sergipano cantando alto e forte, com a mão no peito, o hino de seu novo país.

Apesar de assistir pela TV, me senti plenamente representado na Arena Fonte Nova, que o vaiava em som ensurdecedor a cada toque na bola.

O abusado centroavante bichado, ao cavar pênalti para os atuais campeões do Mundo, provocou e pediu silêncio à torcida. Coitado! Mal sabia ele o que estava por vir.

A Holanda empatou um jogo muito disputado, pulou à frente do placar e, ao contrário do que o placar aparenta, sem show mas com muita sorte, competência e eficácia, tornou do jogo um verdadeiro passeio pela região do Pelourinho.

Vingança pela final de 2010. Gala na abertura de 2014. Vingança pelo cidadão que preteriu a amarelinha. Alegria por vê-lo com cara de “ué?” ao final do jogo. Quem pedia silêncio teve então que se silenciar.

E logo no início da Copa, a atual campeã cai de quatro pra laranja mecânica. Ops, de cinco.

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