A lama de Mariana destrói também o Morumbi…

Lamentavelmente, as últimas semanas foram marcadas por um dos maiores desastres ambientais da história. A ruptura das barragens de Mariana, além de devastarem todo um ecossistema, tirou a vida de moradores e trabalhadores.

As notícias dão conta que a lama com rejeitos de minério já chegaram ao mar no Espírito Santo. O que ninguém imaginava é que parte de toda essa lama pegaria uma tangente pela Fernão Dias e desembarcaria em cheio no estádio do Morumbi.

Quer dizer, o pó e a sujeira já tomavam conta do clube. Talvez tenha sido na verdade a água, contratada a princípio para ser colocada no chopp do rival, que vazou e transformou tudo em lama.

O barulho da maior tragédia da história do São Paulo Futebol Clube ainda ecoa às toneladas sobre a cabeça de todos nós. Já lancei aos ventos todos os palavrões que estavam guardados e tento ao máximo ser polido nas palavras por aqui.

A vida nos dá sinais.

O sentimento de “hoje tomaremos uma goleada histórica para o rival” já era conhecido em 2015. Em duas derrotas na Vila, em duas derrotas no Allianz e no primeiro clássico do ano, em Itaquera, fomos abençoados pelo Cara lá de cima. Foram CINCO clássicos que tememos uma goleada monstruosa e saímos no lucro. A lição já estava dada. Na sexta, o Cara também perdeu a paciência.

A vida ensina.

Ao digitar as primeiras letras deste texto, algo me guiou a ligar para meu avô. O pernambucano, responsável pelo meu amor desmedido ao São Paulo, havia assistido ao meu lado o primeiro tempo do desastre. Felizmente, seu coração – que beira os 94 anos de idade – parece ser mais resistente que o meu. Precisei deixar o ambiente e me isolar enquanto a lama destruía a instituição. Peguei o telefone e disquei, em busca de palavras de conforto…

“E aí, vô.. tudo bem? Difícil, né… Mas me diz uma coisa, você já viu algo parecido com isso que aconteceu no domingo?”

E a resposta só poderia vir em palavras sinceras e sábias, de quem possui um pouquinho de história de vida:

“Cassio, eu nunca vi isso. Eu to indignado. Mas vai passar, a vida é assim, ainda tem muita coisa pela frente”.

É, vô. Tá difícil. Mas vou tentar seguir seu conselho. Mas com uma ressalva:

Denis, Bruno, Rodrigo Caio, Lucão, Bruno, Carlinhos, Hudson, Thiago Mendes, Wesley, Michel Bastos, Kardec, Rogério, LF, Reinaldo, Edson Silva (Pato e Ganso). Milton Cruz, Ataíde, Aidar, Gustavo.

Eu jamais vou esquecer a vergonha que vocês me fizeram passar. EU NÃO PERDÔO nenhum de vocês.

Leco, sua entrevista frouxa tanto quanto seus jogadores, não convenceu ninguém. Eu espero no dia 7 as atitudes. Se dispensar menos de dez, manter Milton (melhor emprego do mundo) e Ataíde, vou perseguir você até que demonstre atitude de presidente.

Os maiores responsáveis:

Denis – Não tem a menor capacidade de substituir nem o Renan, quanto mais o maior goleiro da história. Chama-gol de primeira.

Rodrigo Caio – Futuro capitão? Foi cumprimentar os caras depois dessa vergonha? Estreou no 0x5 e disse que tremeu ao entrar em campo e agora tremeu novamente (só não declarou dessa vez). Meu amigo, volte para seu prédio com essa sua cara e postura de jogador de cosplay porque não há nenhuma condição de ser zagueiro do São Paulo.

Lucão – Tem excelência no posicionamento e impulsão parecidos com uma placa de ‘Não Estacione’. Zero condições de ser sequer zagueiro reserva.

Wesley – Profissional mais nojento que já apareceu no BID da CBF.

Michel Bastos – Especialista em pedir silêncio a sua própria torcida. Nunca calou a torcida de um rival. Tocador de lado sempre que o bicho pega.

LF – Ídolo de que? Colecionador de gols (sim, ele fez uns, de fato), cartões, impedimentos, caras emburradas, reclamações em público, fracassos, fracassos e mais fracassos.

Pato – Apesar de seus gols (80% contra times abaixo da décima posição), indiferença total com o clube, com a camisa, com a instituição, com resultados. Objetivo único: melhorar o DVD para voltar à Europa.

Ganso – ‘Ahhh, mas o estilo dele não é raçudo, não é corredor, não precisa marcar’. Sim, se ele jogasse no Real Madrid, talvez. Seu ar blasé é um desrespeito à camisa do São Paulo.

Milton Cruz – Enfim parece que sua máscara está caindo. A maior laranja podre do CT. Leva-e-traz de imprensa, contatos bem próximos com empresários (familiares), risadinha, piadinha e amiguinho da galera. Fora!

Ataíde e Gustavo – Responsáveis pela formação do elenco mais frouxo da história do São Paulo. Parabéns! Lugano, Ricardo Oliveira, não serviam. O que está lá serve. Retrato da incompetência. Cadê a gravação???

Aidar – Eu sinceramente espero não encontrá-lo algum dia. O maior responsável. Arquiteto da casa desmoronada.

Vocês serão taxados por mim de GERAÇÃO 6X1.

Apesar de tudo, Vamos São Paulo!!!
Esses frouxos, incompetentes e desleais não nos representam.
A camisa branca, com listras em vermelho e preto, segue sendo a mais vitoriosa do país. Levante a cabeça!

As tuas glórias realmente vêm do passado. E que o presente e futuro sejam iluminados…

 

Imagem: www.scoopnest.com

 

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