Bons ventos estão soprando nas Laranjeiras

E aconteceu o que todos temiam, mas sabiam que ia acontecer. A Unimed se foi e o rombo nas contas não foram pequenos. Além da debandada de figurões que eram pagos pela cooperativa.

Mas, parece que todos estão surpresos com o desenrolar das coisas em 2015. Tudo porque foi um trabalho de observação e de garimpo por todo o território nacional. E isso não é de hoje. Ano passado, além do bom Edson, que veio de um clube que nem divisão tem, chegou o Guilherme Mattis, vindo de um clube que estava disputando a Série B e na zona do rebaixamento.

Não que sejam salvadores da pátria ou jogadores tops, mas bastaram jogar alguns jogos e logo surgiram outros clubes querendo comprá-los. Para um clube como o Fluminense apostar em jogadores assim tem que ter um trabalho sério por trás disso tudo.

Aí vem o baque do patrocinador, praticamente no final do ano e, pasmem, a diretoria estava calçada e se mexeu dentro da nova realidade financeira. Se a longo prazo vai acertar, se o time vai dar caldo, só o tempo poderá dizer.

Porém, após três rodadas do Cariocão, já se percebe que o trabalho foi bem feito. Os que já foram escalados, a princípio, deram conta do recado. Claro que os adversários não são parâmetros para afirmar que eles darão certo, que conquistarão títulos, enfim…

É difícil ficar vendo os jogos, onde todos os narradores e comentaristas cismam em querer comparar o Vinícius com o Conca. Não existe no mercado nacional ninguém capaz desse feito, portanto vamos com o que temos e se souberem trabalhar esses garotos com as estrelas, Cavalieri, Wagner, Jean e Fred muitas coisas boas podem vir por aí.

E se os ventos estão soprando a favor é melhor seguir em frente sem olhar para trás e ganhar tudo que vamos disputar, porque os adversários não estão muito acima de nós não. E ainda faltam as joias da seleção sub-20.

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