Canetta sem tintta é Pratto cheio pra festta alvinegra

Pega a tal caneta e escreve aí pra mim, por favor: ELIMINADO. Ihhhhh….não consigo ler. Parece que tá tremido. Acho que acabou a tinta também. Mas tudo bem. Sabemos que está eliminado. Aliás, essa era fácil de acertar, né? Nem precisava ser Mãe Diná para levar cartaz pro salão de festas com o tradicional “Eu já sabia”.

Mas faz assim então: esquece aquela história de clássico, de rivalidade. Tudo balela. Não faz mais sentido. Virou Villa Nova. Ou melhor, URT da capital. E continua com sorte, hein? Porque se tem disputa do terceiro lugar, seriam mais dois tombos. Caiu no Mineirão? Hahahahaha Nem preciso completar. É piada pronta. Está caindo toda semana. Virou rotina.

Já são 11 jogos e quase dois anos. E, mesmo não tendo vocação para ser portador de más notícias, já aviso: em junho tem mais. Não na quarta-feira, mas tem. E é no Palácio do Horto. Se bem que isso não faz diferença alguma. Pode ser na Pampulha, no Triângulo, no Vale do Jequitinhonha, na Praça Sete ou até em Marte. Dá na mesma: treme.

Aliás, eu entendo o chororô azul que tem se espalhado por todo o Estado. É complicado mesmo, eu sei. Não consegue escolher o dia do jogo mais. Não consegue escolher o horário. Não consegue escolher o estádio. Não consegue escolher quantidade de ingressos para cada torcida. Não consegue ganhar, não consegue nem empatar. O resultado disso é a depressão pós-Pratto.

Mas agora chega. Ficar batendo em cachorro morto também não é justo. Foquemos então na Caldense. Invicta, a Veterana merece o nosso respeito. E agora a coisa fica séria. Não vai ser essa moleza que foi a semifinal não. Aliás, final sempre é mais complicado. Quer dizer….quase sempre. Na Copa do Brasil é o contrário.

Hora então de dar uma pausa na festa e concentrar. Que venha o Colo-Colo. Que venha a Caldense. Que venha quem tiver que vir, pois não dá pra ficar escolhendo adversário. Porque, se pudesse escolher, o atleticano certamente iria querer jogar o ano inteiro só com o time da tremedeira, da caneta sem tinta, do faz-me rir.

Aquele que muda de nome sempre, que transformou o Mineirão em cinquenta tons de cinza. Aquele que tem o uniforme igual ao da URT, mas joga na capital. Sabe qual, né? Não? Aquele da Enseada das Garças. O malandro, que primeiro dá a caneta pra depois levar tinta.

Foto –  www.superesportes.com.br

 

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