Desta vez, o vento venceu. Mas estamos vivos e de olho no Brasileirão

Ser desclassificado é sempre ruim. Ontem, foi péssimo. Mas fica como alento o futebol que jogamos no Sul. Tivemos a posse de bola, as melhores chances e uma garra que já não é novidade pra ninguém. Levir, o burro com sorte mais idolatrado do Brasil, vai nos conduzir a mais um título esse ano. Podem anotar aí. Caímos com a crista alta e jogando o melhor futebol entre os times brasileiros.

Além da falta de sorte – um dia ela mudaria de lado mesmo – fomos bastante prejudicados pela arbitragem. O que também não é novidade. Mas não vou entrar nessa onda de chororô não. Prefiro acreditar que esta eliminação, apesar de dolorida, vai nos render bons frutos no Brasileirão. Estreamos muito bem contra o Palmeiras, jogando com o time reserva. Agora, com o time titular e focado, a parada fica séria. E o primeiro a pagar o pato tem que ser o time da CBF, domingo, em Brasília.

O foco tem que ser total na competição nacional, que vira uma obsessão para a Massa agora. Não é nem preciso pedir a essa Massa que abrace o time, que tão bem nos representou no Sul do país. Ela sabe muito bem fazer isso e não terá dificuldade alguma para reconhecer o esforço de nossos jogadores. Caímos em um clássico, diante de um bom time que é o Internacional. Coisas do futebol.

Foi o João Guilherme, narrador da Fox Sports, o primeiro a dizer: é uma pena o Galo ficar de fora da Libertadores. É mesmo. Mas ano que vem estaremos lá de novo, se Deus quiser. Temos condições para isso. Tem gente comemorando a classificação aqui em Minas, o que faz sentido. Mas faz sentido também o que li na internet após a eliminação alvinegra: “não pude ir, Maria foi no meu lugar. Depois de uma semana ela voltou pra casa, toda arregaçada, não podia nem sentar”. É isso. Salve, Mamonas! Maria, a sua hora vai chegar. E dia 06 de junho também. Já pode começar a tremer…

 

Foto – Gabriel Castro

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