Dos vexames pré-anunciados, o segundo já se concretizou!

2018. Este ano promete. Com certeza será um dos mais difíceis para a família tricolor. Não basta olhar para os adversários, todos com times bem montados e nós a mercê de alguns vexames que tanto já conhecemos.

Começamos já no Carioca, nem sequer nos classificando para as semifinais da Taça Guanabara. Perdemos a vaga para o famoso Boavista, time de Saquarema, Estado do Rio.

Até aí tudo bem, o time jogou alguns jogos sem seus principais jogadores (meu Deus). O problema é exatamente este. Dos que fazem parte do time principal, não pegam nem banco na maioria de nossos adversários.

É doloroso ouvir a nossa escalação cada vez que o time entra em campo. Ficamos a nos perguntar: Esse é o time do Fluminense? Reginaldo, Pedro, Jadson, Richard, Júlio César, Marcos Jr., Gilberto, Gum…

Salvam-se com uma nota cinco, Sornoza, Airton e Ibanez. Os demais deveriam ter um pouco de bom senso e pedirem para ser negociados com algum time do Norte do país. Porque nem no Nordeste, tem vaga para eles.

Duvido que o Rogério Ceni, enquanto treinador do Fortaleza, indique ou aceite alguns destes acima para compor o seu elenco.

Mas estamos apenas no mês de março. E o segundo vexame pré-anunciado já se concretizou. Sofremos duas derrotas para o poderoso AVAÍ, e fomos eliminados da Copa do Brasil. Dos 180 minutos disputados, fizemos um gol acidental dentro de casa logo no início e só.

O Aranha, goleiro do Avaí, nada fez durante os outros 170 minutos, a não ser cobrar tiros de meta ou interceptar bolas recuadas. Não chutamos a gol. Jogamos 20 minutos com um a mais e a bola não chegou à área adversária.

Tá feio, meus amigos, muito feio mesmo. E se já não bastassem os problemas dentro de campo, toda semana aparece uma novidade. São dívidas e mais dívidas sendo reveladas a todo instante.

A Unimed vai fazer muita falta neste ano. Não como patrocínio, mas como plano de saúde mesmo. Para aqueles que encerraram seus planos após o encerramento da parceria. Aconselho a todos que refaçam imediatamente seus contratos com a cooperativa.

Mas aí fica a pergunta que não quer calar. Até quanto Abel e Autuori estarão dispostos a pagar para ver o naufrago iminente desta nau. Do primeiro, tenho muito orgulho, sempre honrado e muito sincero em seus discursos.

Já o outro, não tem identificação nenhuma com a família tricolor. Deve tomar o seu boné muito mais cedo do que se imagina e seguir seu rumo. Inclusive já ameaçou ir embora se não cumprissem o que prometeram.

Portanto, meus amigos tricolores, sejamos realistas e esperançosos. Porque a realidade é esta e a esperança é a última que morre. Só que a última não joga bola. Não entra em campo. E já estamos com um pé na cova há muito tempo.

Oremos, oremos e oremos. Só Cristo para nos salvar dos outros vexames pré-anunciados…

 

Crédito da Foto: Globoesporte.com/Reprodução

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