E até a Venezuela nos aflige…

Em um passado não tão distante, quando Brasil e Venezuela se enfrentavam, a única dúvida que pairava no ar era quem faria os gols da goleada brasileira. 5×0 era tão comum quanto um cartão amarelo de Luís Fabiano ou uma lesão na coxa de Valdívia…

É, amigos. Isso definitivamente mudou. Prova disso é que fazíamos contas para entender se o empate nos classificaria. Quem diria?

A bruta ressaca tomava conta de todos no domingo após uma festa local com amigos chilenos na noite anterior. Com muito esforço para levantar, já era hora de ir para as cercanias do estádio.

O metrô era dominado por venezuelanos. Nós, em virtude do péssimo resultado diante da Colômbia e da ressaca, não fazíamos a mesma festa da última quarta-feira.

Mas isso durou pouco. Ao chegar novamente no bar do Colo-Colo, encontramos mais amigos que engrossavam os gritos entre um gole e outro. Dessa vez, nossos parceiros da Torcida Canarinho traziam consigo seus instrumentos da bateria, que lamentavelmente são proibidos dentro do estádio.

Já lá dentro, a ausência de Neymar torna o jogo morno e sem atratividade.  E quem se importa? Nosso grupo, cada vez maior, cantou durante o jogo todo provocando argentinos, chilenos, colombianos e venezuelanos, que revidavam sempre que cutucados, na paz.

Há de se ressaltar também que, se nossos principais rivais nesta Copa América parecem ser Chile e Argentina, colombianas e venezuelanas duelam a duros golpes pelo coração dos brasileiros.

Fim de jogo. Brasil classificado.

E lá vamos nós para Concepción enfrentar os paraguaios, já pensando em um possível confronto de semifinal contra os argentinos.

De verdade, nunca fui grande fã e seguidor da seleção brasileira… mas esse clima de Copa é, sem dúvidas, legal demais.

 

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