Folha de Arruda e reza pra Santinha: Tricolor sulamericano volta a vencer…

Poucas coisas no futebol são mais lindas do que uma partida com vermelho, branco e preto para os dois lados. E também nas arquibancadas.

Chega a dar até certo remorso em torcer contra o Tricolor alheio. Mas aí você olha atentamente e percebe que Tricolor de verdade é só um… o rival é apenas uma cópia mal feita.

Sendo assim, o Tricolor de verdade vence fácil, não?
Bem… quando a fase não é boa, apela-se para a superstição.
E, como reza a lenda, Arruda não poderia trazer má sorte aos comandados do novato e interino (será?) técnico Jardine.

Em duas jogadas arquitetadas pela ala gringa da equipe, Cueva, Mena e o comandante Chávez – com participação especial do renegado Denis – colocaram os três pontos na mala.

O São Paulo, versão segundo semestre, será mais ou menos esse aí: não falta vontade, não falta briga, não falta empenho. Talvez falte Gansos, Calleris ou alguém que queira protagonizar. Enquanto não encontrarmos (ou não aparecer um dentro do elenco que vislumbre o protagonismo), nossa rotina será assim: vitórias, empates e derrotas, de forma randomizada.

A primeira lição já foi dada a Jardine: Michel não pode mais ser titular.
A segunda, também: Lyanco merece sequência.

Cueva começa a mostrar sua fundamental importância à equipe. Chávez começa a mostrar faro de gol calibrado.

Falta o 10.

Quanto custa uma passagem Turim > São Paulo?
Não quer mesmo fazer uma visita ao Morumbi, Profeta?

 

Imagem: jcnet.com.br

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