Glorioso Alvinegro Praiano

Hoje inicio uma missão fácil: a de escrever sobre o Maior Time de Todos os Tempos, escrever sobre o Santos Futebol Clube, clube centenário, considerado o melhor time das Américas no Século XX, clube de tantas glórias e recordes e que traz consigo a missão de ter sido a casa do maior jogador de futebol de todos os tempos.

Estou falando de Pelé, este que se confunde com a própria marca do Peixe, e que é nosso maior representante. Na verdade, prefiro colocar de outra maneira, assim como diz o nosso maior Goleador Pepe, ‘ Pelé não conta’, pois não é desse mundo.

Somos o maior time, fora de um grande centro. Localizada no Litoral Paulista, nossa sede a Vila Belmiro, está longe de hoje ser uma referência em tamanho, mas com certeza é a mais acolhedora das praças esportivas. Dali nos multiplicamos pelo Mundo. Somos um dos times mais conhecidos e reconhecidos nos quatro cantos desse planeta.

Bom, se eu não parar de escrever sobre as glórias, estarei cometendo um exagero em meu primeiro texto, pois não haverá limites, isso não quer dizer que não serei crítico, pois como tudo nessa vida, também precisamos de evolução.

O conteúdo de glórias é tão vasto que fica difícil escolher somente uma situação, mas dentre elas, separei duas, uma é a simples constatação de que o Santos é o único clube brasileiro a conquistar, em um mesmo ano, o ano de 1962, um título estadual, um nacional, um continental e um intercontinental. A outra é mais latente, e nos últimos anos foi revigorada com toda a força possível, e, apresentou-se em duas etapas: a primeira entre os anos de 2002 e 2004, liderada por Robinho e Diego, e, a mais recente entre 2010 e 2013, com Neymar e Cia.

Estou falando da mística de revelar talentos, de ter como codinome “Os Meninos da Vila”, o maior celeiro de craques do Futebol Mundial e que se orgulha de fabricar em casa seus maiores talentos e em uma época de grande foco em transações internacionais, consegue manter alguns jogadores, que buscam honrar a camisa acima de tudo.

Neste ano de 2014 a esperança se renova com a dupla Gabriel o “Gabigol”, e o Geovânio, este que quase saiu do clube, mas após acertos de contrato, levou o time as finais do Paulista desse ano. Eles são os principais responsáveis pela chegada as semifinais da Copa do Brasil, título conquistado apenas pela Geração de Neymar e Paulo Henrique (este me recuso a enaltecer), abrilhantada pela presença de Robinho.

Encerro aqui minha primeira escrita sobre o Glorioso, na expectativa por alcançarmos neste ano ainda mais um Título o que nos colocaria no caminho da tão desejada Libertadores. Aproveito ainda para agradecer meu grande amigo, Erdimir Bueno “O Erd”, não Santista mas tão apaixonado quanto eu pelo bom futebol e pela rivalidade sadia.

 

Por Fellipe Scrafani

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