Melancólico, desolador…foi pura ilusão!!

Que papelão, que vexame, que fiasco. A goleada de 3 a 0 sofrida para o Rosario foi o retrato melancólico de um time medíocre, covarde, que se apequenou na Argentina. O Grêmio foi uma mera caricatura daquilo que Roger Machado armou como estratégia. E não tem desculpa de cansaço.

O Tricolor teve uma semana para se preparar para o duelo, cuja missão era (quase) impossível de cumprir, haja vista a derrota de 1 a 0 em Porto Alegre.

O Grêmio nos enganou. Não jogou absolutamente nada. A defesa foi totalmente vulnerável, o meio-campo ridículo e o ataque inoperante.

Nínguém pode escapar das críticas. De Marcelo Grohe a Miller Bolaños, uma das figuras mais apagadas. A escalação de Marcelo Hermes na lateral esquerda foi inócua. O Grêmio abusou nas faltas e nos passes errados. Foi vergonhoso ver um time sem vibração, sem poder de reação, sem energia para, ao menos, buscar um gol de honra.

Foi uma justa eliminação. Após a queda para o Juventude no Gauchão, Romildo Bolzan disse que, se o Grêmio jogasse o que jogou contra a Papo, faria cinco no Rosario. Tomou quatro na cola e com direito a olé antes dos 30 minutos do segundo tempo.

Que decepção. Uma declaração descabida, sabendo as limitações do time, que no papel não pode ser considerado ruim, mas que na prática mostra totalmente o contrário. Se quiser buscar algo, tem que contratar.

Alô direção: um lateral-direito, um zagueiro e um lateral-esquerdo urgentes para o Brasileirão e a Copa do Brasil. Viramos motivo de chacota (maior ainda que o Corinthians, que caiu em casa). E os flautistas têm razão. O Grêmio sucumbiu nas oitavas de final da Libertadores, de novo.

Só em 2016, já foram três saídas pela porta dos fundos. Me desculpem os mais otimistas, mas se for para acreditar nesse futebolzinho pobre até agora, prefiro ser realista.

O Grêmio vive um momento ruim, de turbulência, sem nenhuma perspectiva de melhora. O que é preocupante. Não é terra arrasada, mas a frustração é geral.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

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