O que vale é pontuar

O Grêmio não jogou absolutamente nada em Campinas. Sofreu pressão da Ponte Preta e finalizou apenas três vezes contra 21 dos donos da casa, que acertaram a trave em duas oportunidades.

Mas, se o ataque não funcionou, nossa defesa mostrou segurança. Pedro Geromel e Frickson Erazo, junto com os laterais Galhardo e Marcelo Oliveira, foram bem no Moisés Lucarelli.

Ao mesmo tempo em que se lamenta a baixa produção ofensiva, o Tricolor poderia ter deixado o estádio com os três pontos. No final do jogo, Braian Rodríguez estava de frente para o gol, mas chutou fraco.

Aliás, cabe aqui uma crítica ao técnico Roger Machado. Independente dos argumentos que use, colocar o uruguaio em detrimento a Bobô foi um erro, que custou caro, basta ver o lance incrível que o camisa 9 perdeu com a meta vazia.

No fim das contas, o ponto obtido ficou de bom tamanho. Em um campeonato longo e com altos e baixos na tabela, temos regularidade.

Por isso, estamos lá no G-3. Incluindo a vitória sobre o Coritiba por 1 a 0 na Copa do Brasil, já são cinco partidas sem perder.

Na quinta-feira, enfrentamos o Coxa no duelo de volta das oitavas de final do torneio nacional, na Arena. Três dias depois, recebemos novamente a visita da equipe paranaense.

É inegável que o desgaste físico contribui (um pouco) para a queda de rendimento. Enquanto tinha treinador que fazia “rodízio”, Roger Machado sempre escala o que tem de melhor. E pela manutenção do time, as coisas têm dado certo.

A permanência por mais uma rodada na zona de classificação à Libertadores dá confiança para trilhar o árduo caminho no Brasileirão, enquanto o lado vermelho do Rio Grande do Sul ainda tenta se aproximar dos líderes.

Quem nos imaginava nessa condição? Ninguém. Nem eu.

Saudações tricolores!!

Foto: Divulgação/Ponte Preta

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