Pequeno conto erótico

Salve Nação Azul!

Caro leitor: se você se ofende com leituras de teor adulto, saia daqui imediatamente. Vá ler notícias, ouvir música clássica ou caçar Pokemón.

Vai seguir? Veio até aqui? Então, sigamos.

Era uma vez uma menina chamada Flor (minen-C). Ela era sem-vergonha, andou frequentando profundos submundos em meados dos anos 90. Agora uma jovem senhorita, mudou de ares e tem gostado de se dar especialmente a advogados abastados, sempre com seu vestidinho verde e grená de babadinhos brancos.
Mas ela queria algo diferente e especial nesse domingo: uma aventura!

Por isso se dispôs a uma orgia e convidou quatro jovens frequentadores do Morro do Cruzeiro para a farra: o galã Rafael, o virjão Willian, o sagaz Caêta e Alisson, o menino veloz.
Pois bem, rumaram os cinco para um descampado afim de começar a bagunça.

Ávida, Flor nem esperou os rapazes se despirem. Partiu logo para o abafa e se deleitou numa primeira explosão.

Um pouco atordoados com tamanha voracidade, os jovens falaram entre si, se entenderam e quem foi pra cima dela foi o galã Rafael. Na seca que ele estava, ele mal pensou e botou com ignorância no fundo da meta da moçoila.

Cabia mais e foi a vez do virjão Willian. Cabaço que é, gozou rápido, desajeitado.
E logo saiu de cena, já que ele não se atem a ser dos mais caprichosos.

Ela se cansou e pediu 15 minutos de arrego.

Mas vencido esse tempo, veio a vez do Caêta; esse, apesar de jovem, conhecia os atalhos. Flor a essa hora já estava entregue, queria tudo que lhes mandassem. E Caêta deu show. Desapontado com seu parco desempenho nos últimos encontros que tivera, dessa vez ele começou comendo pelas beiradas, desnorteou a moça e depois colocou no fundo da rede da Flor.

O golpe final foi do menino Alisson, que se aproveitou da languidez da Flor depois do show do Caêta e teve pouco trabalho.

Ávidos todos, a moça quis dar um charme final à festa e deu um último suspiro.

Banhos tomados, cabelos gomalinamente penteados, todos foram cada um para sua casa.
Flor, porém, teve uma inesperada surpresa: por seu comportamento pouco adequado, acabara de saber que seu cafetão Levir resolvera pôr fim à parceria. Agora, ela que se ajeitasse com seus machos que ele não queria mais saber dos rumos da vagaba Flor!

FIM

Esse ‘serumaninho’ chamado torcedor
Semana passada, muita briga, raiva e ranger de dentes: eu te detesto, Cruzeiro!
Hoje, temporada se encaminhando a um fim sem sustos: eu te amo, seu lindo!
Mas um ou dois empates e a coisa estará feita!

É sério agora
A temporada de 2017 há de ter tudo o que não tivemos na última passagem de ano:
– Planejamento
– Investimento
– Pré-temporada

Nosso 2016 foi feito de pechinchas, permutas, estrangeiros desconhecidos e (quase todos) bem ruins.
Chega ao fim com uma vergonhosa e atleticana comemoração de não-rebaixamento.
Pouco demais para o tamanho da nossa instituição.

Sobre não cair
Penso que a passagem para a série B seja um buraco muito estreito, na qual não cabem gigantes.
Simples assim!

Dá-lhe Cruzeiro!

Abraços a todos, saudações celestes, fiquem com Deus!
Até a próxima!

por Rogério Lúcio
Twitter: @rogeriolucio77

(Foto: Hoje em Dia)

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