Precisamos falar do querido Zé

Após o empate entre Palmeiras e Flamengo, em São Paulo, precisamos falar do comandante Zé. Logo quando o técnico do mais querido substituiu o craque do time, corri para as redes sociais para ver o que os torcedores comentavam, não foi só eu que não tinha entendido a troca e também aceitado a decisão na hora (e ainda o critiquei, muito), porque o camisa 35 tinha total condições de mudar a história do jogo.

Ele me calou, nos calou. Não faria sentindo manter o Diego, jogando com um a menos, com a expulsão do Márcio Araújo. Jogamos com 10, sem torcida e ainda abrimos o marcador, ficou nitidamente que somos superiores a esse timinho de porcos.

Voltando ao Zé, ele sempre nos surpreende. Entrou Cuéllar, que teria que jogar para repor o time. No segundo tempo, o querido técnico, tirou o menino Gabriel, para entrada do Alan Patrick… Que no primeiro toque com a bola – disse primeiro, abriu o placar. Os heróis do Flamengo ultimamente têm saído do banco. O Zé Ricardo é foda!

A vitória não veio, porque não jogamos com 11, e ainda teve mais um obstáculo pelo caminho, o duelo foi contra 12 – O time do Palmeiras completo, mais o árbitro. Agora é a vez do Figueirense, podemos nos recordar de outra competição recente, né? Será a nossa vez de jogar com 12 novamente, os 11 em campo e mais milhares na arquibancada.

Domingo, o Zé vai acertar mais uma vez e a liderança não vai escapar. O cheirinho continua forte!

Compartilhe!
  • 4
  •  
  •  
  •  
  •  
    4
    Shares

Deixe sua Opinião