Sai o bobalhão, assume o Marcão…

No último domingo, 6, acabou a trajetória do ex-treinador Levir Culpi, no Fluminense. Após ser dispensado no ano passado pelo Galo e estar praticamente esquecido no cenário nacional, o clube das Laranjeiras deu oportunidade ao ultrapassado e velho treinador.

Chegou fazendo gracinhas, como se para isso tivesse sido contratado. Cheio de piadas na maioria de suas entrevistas, diga de passagem, muitas sem nenhuma graça. Sabia do desafio, mas preferiu ignorar o teor da Instituição Fluminense Futebol Clube.

Ganhou a Primeira Liga, mas seu time, após 52 rodadas, ainda não dava liga, perdoem-me o trocadilho. Em todos esses anos que acompanho o futebol, nunca vi um time jogar tão sem vontade como esse montado por vosmicê.

Até o último jogo, não sabia como escalar o time titular. Pra não ser indelicado, promoveu o Pierre como titular, uma vez que o tinha desprezado quando faziam parte de outro clube.

Muitos falam que futebol se ganha no meio de campo, mas isso vosmicê não soube fazer, pois nunca repetia a escalação e muitas das vezes o fazia de maneira completamente equivocada.

Agora, após sua demissão, que para a maioria dos tricolores já se fazia necessário há muito tempo, vem falar um monte de besteira e inverdades. Todos sabiam que os times do Rio de Janeiro não teriam ‘casa’ pra jogar em 2016. Então não é desculpa para esse fiasco, pois os outros dois rivais muito à nossa frente, convivendo com os mesmos problemas.

Mas vosmicê preferiu o estrelato. Arrumou logo uma briga. E com quem? Com o cara que é simplesmente o terceiro maior goleador do clube. Na época, até achei que seria uma boa, que sobraria mais grana e daria para reforçar o time. E isso foi feito.

Porém, não vimos tentativa alguma de modificar o time titular, pois dos reforços o único que ganhou a posição foi o Wellington. Por que Marquinhos, Danilinho e Aquino quase não foram aproveitados? Se não era para utilizá-los por que os aceitou como ‘reforços’?

Enfim, meu caro Levir. Vosmicê fala que fez história no clube, ganhando a tão ‘famosa Primeira Liga”. É verdade. Mas o restante de seu trabalho foi tão insignificante que ninguém vai querer lembrar por muito tempo.

Faça o que vosmicê falou: termine seu livro e tente ingressar numa Academia de Letras de uma cidadezinha qualquer do interior. Porque de futebol, acho que precisa mudar o bordão que o acompanha: agora é só burro e sem sorte. E caso não dê certo como escritor, talvez tente o palco como comediante. Mas tem que melhorar e muito o nível de suas piadas, pois ninguém consegue rir das mesmas. Nem vosmicê.

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