Um olho no Galo e o outro no Peixe

É hora de mudar o foco. Passada a euforia pela vitória na primeira partida da decisão da Copa do Brasil, agora é concentrar no Brasileirão. Na briga por uma vaga no G-4, o Galo tem uma sequência de três jogos de grande importância antes do duelo final contra o time da Enseada das Garças, no salão de festas da Pampulha, dia 26. Pela ordem: Figueirense, Flamengo e Internacional. Os dois primeiros no Horto, o último lá no Sul. É cravar sete pontos e partir pro abraço.

De acordo com a matemática, são necessários mais dez pontos nas cinco partidas que restam para a garantia da vaga na Libertadores de 2015. E convenhamos: depois de Dois Mil e Galo, a Libertadores sem o alvinegro das Alterosas não faz mais sentido, né? Gostamos desse negócio de cobrir a América de preto e branco.  Melhor: a América gostou mais ainda. E o flerte, quando é correspondido, ninguém segura. É cem por cento Galoucura.

Depois dos três jogos citados, restarão apenas Coritiba, em casa, e Botafogo, na capital carioca. Ou seja: é vencer as três no Independência e buscar ao menos um empate fora. Claro que o torcedor quer as cinco vitórias. Até porque, do jeito que a coisa anda lá pelos lados da Enseada, dá até para sonhar com o título. Muito improvável, claro, mas desde já acreditamos. Afinal de contas, dizem por aí que sonhar não custa nada. Ou quase nada.

Difícil a missão do Levir. Ele provavelmente deverá poupar alguns jogadores nestes próximos três embates pelo Brasileirão. Talvez faça um revezamento entre os mais cansados. A boa notícia é que o DM está ficando vazio. Depois de Pedro Botelho e Rafael Carioca, quem fica à disposição agora é o zagueiro Réver. Mais opções para nosso técnico.

Mais difícil ainda deve ser explicar pro Luan que ele vai ficar de fora de uma destas partidas. O filho do Maradona, ou menino maluquinho, não vai aceitar fácil uma coisa dessas. Vai com calma, Levir, que ele morde.

Domingo, é um olho no Galo e o outro no Peixe, literalmente. Primeiro, temos que secar o extinto Ypiranga que queria ser Palestra. Depois, é a vez da lição de casa. Uma vitória mineira aqui e uma derrota azul em Santos fará o atleticano sonhar ainda mais.

Desde que realmente não custe nada, pois a grana está curta depois de pagar o couvert de quarta-feira. Esperto, o turco mais argentino do Brasil percebeu logo que, para ver show, o atleticano paga o preço que for.

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