Uma estrela nunca se apaga

O fato de termos umas das piores diretorias que a história do futebol brasileiro viu passar por um clube não significa, como alguns menos qualificados historicamente que nós, que seja o fim do Botafogo. A estrela solitária sempre continuará brilhando e incomodando. O abismo da segunda divisão ainda não chegou.

Está próximo por conta de Maurício Assunção, de um começo de ano com Húngaro como treinador, de Jobson e Carlos Alberto como salvação, do Engenhão fechado (sabe lá Deus a razão), e um Mancini que não é técnico nem do time da minha rua.

Antes que venham com aquela chatice de que isso é “chororô”, informo que essa crítica é restrita a nós, alvinegros. Mas lembro, também, que o campeonato ainda não acabou e que estamos bem perto de nos livrarmos dessa diretoria. Portanto, especialmente a urubuzada não fique tão feliz assim. Sabemos que o temor de vocês é encarar aquele que os faz freguês todos os campeonatos.

Aliás, flamenguista devia incluir no currículo, além do fato de não ter tido queda para a segunda divisão, a ajuda constante da arbitragem para continuar ostentando esse “título” com o orgulho que falam.

Agora vem o jogo com o Fluminense, aquele que deve segunda, terceira divisões e tem o descaramento de continuar iludindo seu torcedor como se tivesse um grande time. Neste final de semana acertamos as contas. A estrela brilhará de novo, num clássico carioca.

por Márcio Guerra

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