Uma seleção um pouco mais celestial…

O Capitão da minha seleção de todos os tempos e de muitos apaixonados por futebol foi morar no céu. Tinha nome, prenome e sobrenome em uma época que não era comum. Fez gol, uma pintura na final massacrante diante dos italianos e sempre opinou, embora muitas vezes, diferente do que eu pensava, era a personalidade de um eterno Capitão (sim, com letra maiúscula). Carlos Alberto Torres já está no selecionado imortal.

Junta-se a Nilton Santos, Sócrates, Garrincha, e tantos outros que também fazem parte de tantas seleções imaginárias que formamos em nossas conversas sobre o futebol.

O futebol sempre foi lúdico, poético e vivo em meu coração, logo, é impossível não pensar em como seria ter visto o Capitão vestindo a amarelinha, recebendo aquele passe açucarado do Pelé e fuzilando as redes da “Azzurra”.

Como não imaginar, não fantasiar estar no estádio “Azteca”, invadindo com a multidão após o apito final do árbitro? Todos nós que não vivemos aquele momento merecemos essa doce verdade em forma de ilusão infantil. Ninguém me contou como foi, em minha memória eu estava lá, como estive em tantos outros estádios do mundo.

O Capitão não morre, é imortal, como a minha, a sua, a nossa seleção celestial…

Viva o futebol, viva Carlos Alberto!

 

Imagem: ig.com.br

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