Yes, we CAM!

O ano mal começou e já deu pra perceber que vai ser como os anteriores. Enquanto o Galão da Massa segue levantando taças, a turma da Enseada das Garças vai tentando desfazer de nossas conquistas. Já fica logo a pergunta: quem será o verdadeiro pateta? O que trouxe o caneco da Flórida ou o que ficou em BH para perder pro Vila Nova? Ou seria Villa Nueva? Afinal de contas, a Libertadores dessa gente em 2016 é regional e fala uai.

Essa turma é uma piada mesmo. Vai passar o primeiro semestre com o controle da TV em uma mão e o secador na outra. Difícil é segurar firme, já que a tremedeira atrapalha um pouco. Tinha que filmar. Como filmaram uma Maria infiltrada na Massa lá na terra do Tio Sam. Gol do Hyuri e a desavisada pulou feito pipoca. Tadinha. Só queria gritar ‘é campeão’. Não no vôlei, mas no futebol. Conseguiu. São, realmente, las bestias!

Mas não foram só as Marias que se incomodaram com o primeiro título alvinegro do ano. Amigos corintianos e colorados já se manifestaram desfazendo do torneio, que, de fato, tem o pior regulamento que já vi. Mas então o que foram fazer Corinthians e Inter lá? Foram pra perder, né? No caso dos paulistas, até entendo a revolta. Quando o árbitro e a competição não são da CBF, fica estranho para eles mesmo. Acaba complicando…

É claro que o título na Flórida não quer dizer nada. Comemoramos porque somos assim. Vestiu a camisa do Galo, torcemos feito loucos pra ganhar. Até do vento, como reza a nossa história. Mas temos um foco e é essa a conversa a partir de agora. Que venham o Mineiro e a Primeira Liga, mas queremos, de verdade, é o bi continental nessa primeira metade de 2016. E desde já acreditamos.

Afinal de contas, levantar troféu virou rotina para nós. E esse ano tem tudo para ser como os últimos. Aguirre já entendeu o que é deixar de ser funcionário e virar torcedor. Cazares e Hyuri já deram o cartão de visitas. Que façam mais. E que venha Calleri. Erazo é opção. Com eles e os que ficaram, vamos firmes no intuito de repetir Dois mil e Galo. Vestir a América de preto e branco é a missão. Afinal de contas, o continente também tem o direito de ser feliz.

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