“Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”

Teve clássico entre Corinthians e Santos nesse fim de semana na Vila Belmiro, mas o que mais me chamou atenção não foi a partida, que por sinal foi fraca demais, mas a informação que anda correndo sobre a arbitragem de Carlos Amarilla, naquele fatídico jogo entre Corinthians x Boca, pela Libertadores de 2013.

Está sendo constantemente divulgada uma gravação telefônica que envolve Julio Grondona, então presidente da AFA (Associação do Futebol Argentino), e Abel Gnecco, representante argentino no comitê de árbitros da Conmebol.

Essas gravações são um suposto caso de compra de arbitragem, e calha justamente no jogo mais “roubado” na história da Libertadores. Aquele Corinthians x Boca, onde Amarilla anulou dois gols legítimos, além de não dar dois pênaltis escandalosos a favor do Timão.

Claro que o amor incondicional pelo clube vai durar a vida inteira! Que nós vamos fechar os olhos para esses escândalos e a vida vai seguir, e na próxima partida estaremos nas arquibancadas gritando, incentivando, ficando rouco, gastando o dinheiro que temos e o que não temos para estar junto do time de coração!

Mas é também por esses e alguns outros motivos que o brilho do futebol está se apagando. E que dificilmente essas pessoas que comandam as federações, seja ela qual for, irão mudar alguma coisa.

Enquanto não houver uma postura mais ríspida dos clubes e de pessoas sérias que amam o futebol, como nós torcedores, ainda irá existir muitas teorias por de trás de um árbitro escalado, de uma sede de Copa do Mundo, de gols tomados pelo Peru em 78, de Ronaldo não escalado em 98 e dos 7×1 da Alemanha.

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